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VÍDEO: Artistas, políticos e clubes de futebol lamentam morte de Agnaldo Timóteo, vítima da Covid-19

O cantor e político morreu por complicações da Covid-19, aos 84 anos, e o fato repercutiu entre artistas, celebridades, políticos e até clubes de futebol

Por Jocivan Pinheiro

03/04/2021 às 18h12 • atualizado em 03/04/2021 às 18h18

O cantor e político Agnaldo Timóteo morreu neste sábado (3), por complicações da Covid-19, aos 84 anos. O fato repercutiu entre artistas, celebridades, políticos e até clubes de futebol.

Os cantores Wesley Safadão, Netinho de Paula e Ritchie; os apresentadores Celso Portiolli, Danilo Gentili e Britto Jr; o dramaturgo Walcyr Carrasco e a atriz Patricia Pillar foram algumas das celebridades que postaram despedidas nas redes sociais.

Em entrevista à GloboNews, o cantor e apresentador Ronnie Von falou sobre a relação com Agnaldo Timóteo e ressaltou o talento do artista.

“Ele era uma pessoa absolutamente determinada, e em último nível. Vou sentir falta dele. Vou sentir falta das nossas conversar, até de embates que a gente tinha, alguns bem rudes, porque ele era cobrador. Ele queria que a gente ajudasse todo mundo, e muitas vezes a gente não pode, não consegue, é um só”, disse Ronnie.

O Botafogo, time do coração de Agnaldo Timóteo, também lamentou nas redes sociais a morte do cantor: “Com muita dor, o Botafogo lamenta a morte de Agnaldo Timóteo, cantor e compositor brasileiro, botafoguense apaixonado. O Clube deseja conforto aos amigos e familiares neste momento difícil”.

Políticos de diversos partidos também prestam homenagens ao cantor que foi deputado federal em dois mandatos, de 1983 a 1987 e de 1995 a 1996, e vereador no Rio de Janeiro e São Paulo.

Seu trânsito como político rendeu homenagens de ex-colegas nos diferentes parlamentos, como Jandira Feghali (PCdoB-RJ), e de fãs como o governador Flávio Dino (PCdoB-MA).

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Agnaldo Timóteo Pereira nasceu em Caratinga-MG no dia 16 de outubro de 1936. Iniciou sua carreira artística em programas de calouro na rádio local. Passou a adolescência em Governador Valadares e Belo Horizonte, período este onde ficou conhecido como “Cauby Mineiro”.

Já no Rio de Janeiro, continuou na carreira artística e chegou a trabalhar como motorista da cantora Ângela Maria. Seu primeiro grande estouro aconteceu no programa Rio Hit Parade, em 1965, que fez despertar o interesse da gravadora EMI-Odeon e consequentemente registrar seus primeiros LPs, como “Surge Um Astro”, disco com versões de sucessos internacionais.

Em 1967, lançou “Obrigado Querida”, que emplacou o hit “Meu Grito”, de Roberto Carlos, onde mostrou a potência de sua voz. Dali em diante sua carreira musical deslanchou, gravando mais de 50 álbuns nas décadas seguintes.

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