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Dietas restritivas tornam metabolismo lento e dificultam o emagrecimento, aponta nutricionista

Cortar alimentos parece ser a alternativa mais rápida para a perda de peso, mas a restrição pode acabar gerando um efeito rebote

Por SHOW DIÁRIO com MF Press Global

10/12/2020 às 09h35

A nutricionista Dani Borges explica que adoção desse novo modelo de consumo e ingestão é um processo que deve ser encarado de forma gradual (Foto: Divulgação / MF Press Global)

Você com certeza já ouviu alguém proferir a frase: “Meu metabolismo é lento”. Mas afinal, o que isso significa? Segundo a fisiologia, o metabolismo se caracteriza como toda reação bioquímica que acontece no interior de uma célula e do corpo. A velocidade dessas reações varia, portanto, de pessoa para pessoa, a depender de aspectos como idade, genética, rotina de atividades físicas e níveis de estresse.

Quando o metabolismo é mais lento, isso quer dizer que ele gasta menos energia para executar suas funções. A nutricionista Dani Borges, especialista em emagrecimento saudável aponta que essa condição pode dificultar diversos aspectos, como o ganho de massa ou a perda de peso.

“Um dos motivos pelos quais o organismo pode lentificar, por exemplo, são as dietas restritivas. Temos o que chamamos de taxa metabólica basal, que é um valor que traduz basicamente a quantidade de energia que necessitamos para o corpo se manter ativo e funcionando corretamente. Quando as dietas que cortam alimentos de forma radical entram em ação, o que acontece é que o corpo passa a receber energia abaixo dessa taxa, fazendo com que o corpo entenda que precisa ter um gasto metabólico menor para suprir esse déficit”, explica.

Nesse cenário, o corpo começa a retirar energia dos músculos, parte do corpo que mais gera energia dificultando, por exemplo, o desenvolvimento da hipertrofia. Pular refeições, passar noites sem dormir, muito tempo sentando, não praticar atividades físicas, comer mal e disfunções hormonais são outros fatores que podem levar o metabolismo a lentificar.

“Para aumentar a velocidade do metabolismo, é preciso relacioná-lo ao ganho de massa muscular. A prática de exercícios físicos ajuda a acelerar o metabolismo e isso somado à uma alimentação adequada leva ao bom funcionamento do organismo. Além disso, suplementos vitamínicos e tomar cuidado com o que é ingerido e em qual quantidade ajuda a equilibrar a taxa metabólica basal e a manter o gasto diário total suficiente para sustentar o corpo e causar o déficit calórico necessário para emagrecer”, aponta.

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