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EITA! Fazer sexo frequentemente é bom só para homens, não para mulheres acima dos 50 anos

Dados mostram que a atividade sexual tende a cair bastante conforme os anos passam

Por Extra

07/01/2019 às 09h09

Os benefícios do sexo para homens (Foto: Getty Images)

Em um estudo realizado com quase 7 mil pessoas entre 50 e 89 anos na Inglaterra, pesquisadores concluíram que atividade sexual frequente está mais associada à qualidade de vida para homens que para mulheres. Com dados obtidos do Estudo Longitudinal Inglês de Envelhecimento, uma pesquisa ainda em curso que analisa a população inglesa acima dos 50 anos, foi verificado que a associação com qualidade de vida, para mulheres, está mais ligada a beijos e carícias frequentes, além de se sentir emocionalmente próximas do parceiro.

Os pesquisadores responsáveis pelo estudo consideraram como atividade sexual frequente o ato de ter relacionamentos sexuais mais que duas vezes por mês. A atividade sexual foi considerada como um fator variável no cálculo de qualidade de vida, que por sua vez foi correlacionado com resultados positivos de saúde.

“Estudos anteriores sugerem que atividade sexual frequente está associada com um grande número de benefícios para o bem-estar psicológico, como qualidade maior de vida e saúde mental, além de menor risco de câncer e ataques cardíacos”, afirmou o Dr. Lee Smith, pesquisador da Universidade Anglia Ruskin, participante da pesquisa, em um texto sobre os resultados.

Ainda que o atual estudo se refira especialmente à qualidade de vida, pesquisas anteriores apontam que maior prazer sexual em mulheres aumenta a longevidade. Esse fator indica que uma atividade sexual frequente em pessoas com mais de 50 anos pode ser benéfico para o sistema de saúde.

“Promover o bem-estar para pessoas de mais idade é uma prioridade de saúde pública. Se apoiar pessoas a ter uma vida sexual saudável na velhice puder ajudar a aumentar a qualidade de vida, pode haver benefícios tanto para o indivíduo quanto para a sustentabilidade dos serviços de saúde” disse a Dra. Sarah Jackson, do Instituto de Epidemiologia e Cuidados de Saúde da University College London, em um comunicado à imprensa.

No entanto, dados mostram que a atividade sexual tende a cair bastante conforme os anos passam. Um estudo de 2016 afirma que, de 94% dos adultos que se diziam sexualmente ativos com 50 anos, apenas 31% mantiveram a média após os 80.

Fonte: Extra - https://extra.globo.com/noticias/saude-e-ciencia/estudo-sexo-frequente-bom-para-homens-nao-para-mulheres-acima-dos-50-anos-23313311.html

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